Nessa mesma hora em que o coração vai a mil
Te dirás apenas que é a essência única em apenas você vivenciar esse acaso,
Te faz rir da sua mistica, do livre arbítrio em dose dupla
Homem de palha, homem do riso, homem triste, por hora alegre,
Para que não faça uma saliência vista ali de perto,

A maquiagem ali revelada a sua face oculta
Os adereços, o seu charme, sua lágrima
Pelega o caos revelando sua verdadeira aparência
Lá está a pura verdade, o mito ensaiado para mais uma exibição
Das tuas lindas botas vermelhas por vezes aveludadas,
Sustentando assim o Ser vil alienado.
Para muitos só te ver em literatura de Pavor e horror
As crianças agora choram...
Nossa que contrastes, pois ali qualquer ajuda será bem vinda
O símbolo do "bem" contrastando com o do "mal"
Essa variação é sensivelmente habilidosa?
Alguém percebe essa veracidade na palhaçada?
Gargalhadas...
Autor: Alci Resende
Data: 25/12/2011
Natal
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